sexta-feira, 18 de março de 2011

Curso para casais grávidos acontece neste sábado


A Cryopraxis, maior banco de células-tronco da América Latina, promove um curso com orientações sobre a gravidez, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê. Dirigida a casais, a iniciativa - única no Brasil - está marcada para o dia 19 de março, no shopping Via Parque, na Barra.
O programa equilibra abordagens teóricas e práticas. Numa delas, especialista em terapia celular explica a importância do congelamento das células-tronco de sangue do cordão umbilical. O material armazenado poderá ser usado no tratamento de várias doenças, como leucemia. Já na oficina de banho do bebê, enfermeiras simulam a atividade com bonecas, banheira e acessórios de apoio.
Para participar do curso, o casal deve fazer a inscrição no Espaço Cliente do Via Parque (2º piso) ou pelos telefones (21) 2421-9238 ou (21) 2141-7734. Os participantes podem contribuir com doações de duas latas de leite em pó. Eles também terão desconto na coleta e armazenamento das células-tronco do sangue de cordão umbilical do bebê com a Cryopraxis.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ana Luiza recebe alta da UTI e continua tratamento em SP



Em tratamento contra um tipo raro de câncer desde o ano passado, a menina aguarda um apartamento ficar vago para que ela entre em observação.



Manaus - Em tratamento contra um tipo raro de câncer desde setembro de 2010, a pequena Ana Luíza Coelho, 7, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital A. C. Camargo, em São Paulo, onde está internada desde o dia 21 de fevereiro, para realização de quimioterapia de altas doses, que mata qualquer vestígio de célula cancerígena para evitar o retorno da doença, seguida do transplante autólogo, que utiliza células-tronco do próprio paciente em sua recuperação.
Segundo a mãe de Ana Luíza, Carolina Coelho, 28, a menina foi liberada da UTI no último domingo (13), mas continua na unidade até que um apartamento seja liberado. Após a cirurgia, ela precisa ficar em um setor específico com cuidados especiais para pacientes que passaram por transplante e, no momento, área está cheia.
"Tem outros pacientes que também passaram por transplante e precisam desses cuidados específicos. A área tem ventilação diferenciada, entre outras coisas. Ela vai ser transferida assim que um apartamento for liberado", explicou Carolina, por telefone.
Tratamento
A quimioterapia, feita com três medicamentos durante 96 horas seguidas,  começou no dia 1º de março e, por conta das altas doses de remédios, o sistema imunológico do paciente tende a ficar fragilizado. Ana Luíza contraiu pneumonia fúngica no terceiro dia do tratamento e por isso precisou ser transferida para a UTI.
A medula óssea também é prejudicada com o tratamento. Quando foi internada, no dia 21, Ana Luíza começou a tomar remédios para estimular a produção de células-tronco, que foram novamente implantadas na menina após a 'químio', para que sua medula voltasse a funcionar normalmente. "O papel das células-tronco no tratamento é só estimular o funcionamento normal da medula", explicou Carolina. Esse processo leva de seis a dez dias, de acordo com cada paciente.
Enquanto a medula de Ana Luíza não estava em seu estado normal, a menina precisava de quatro a cinco bolsas de sangue por dia, para repor hemácias e plaquetas. Atualmente, ela recebe uma bolsa de sangue a cada 12 horas.
#ForçaAnaLuiza
O caso de Ana Luíza ganhou visibilidade principalmente no Twitter, depois da criação da hashtag #ForçaAnaLuiza. A tag foi criada para estimular pessoas a doarem sangue para ajudar esse caso específico, mas acabou mobilizando internautas a doarem sangue em Manaus.
Como o Norte do País é uma região endêmica de malária, o sangue de doadores do Amazonas não pode ser utilizado em pacientes do Sul e Sudeste, onde não há ocorrência da doença. "Isso dificultou, porque nossos parentes não puderam vir para São Paulo doar sangue", contou Carolina.
Embora não pudessem contar com doações de parentes e amigos, os pais agradeceram àqueles que foram aos hospitais ajudar. "Doar sangue para parentes e amigos é uma coisa, mas quando pessoas doam sangue, em pleno Carnaval, para ajudar quem nem conhecem, é muito gratificante", disse.
VidAnormal
A necessidade de permanecer na UTI não abalou a menina. "Ela está muito animada, conversando muito e já está comendo normalmente", disse a mãe. Apesar da situação, Ana Luíza diz ter gostado de São Paulo, do clima e, principalmente dos parques da capital paulista. "Ela gostou que aqui tem muitos parques, coisa que ela não tinha visto em Manaus", disse a mãe.
Desde que iniciou o tratamento, a pequena, mas forte menina recebeu mais de cem cartinhas de colegas de Manaus. "Muitos ela nem conhecia. São colegas até de outras séries", revelou Carolina. Além da vida normal que levava antes da descoberta do câncer, esta é uma das coisas que Ana mais sente falta - os coleguinhas.
Para que parentes e amigos amazonenses acompanhem e tenham notícias de Ana Luíza, seus pais criaram o blog VidAnormal (www.vidanormal.blogspot.com), onde compartilham o progresso do tratamento da menina.

Radiação nuclear: o medo de um mal invisível

PARIS — Câncer, hemorragia, problemas digestivos, infecções ou doenças autoimunes: o impacto da radiação nuclear, potencialmente devastador, varia dependendo da dosagem.
Em grandes doses, existe uma relação direta entre a quantidade de radiação recebida e a patologia induzida. As contaminações brutais, como aquelas provocadas pelas bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, podem causar problemas durante décadas.
Os efeitos biológicos variam também segundo a natureza da radiação e os órgãos atingidos (ovários ou testículos são considerados 20 vezes mais sensíveis do que a pele) pelo câncer ou pela via de absorção (oral ou cutânea) e a susceptibilidade individual (capacidade de reparar o DNA).
No Japão, nuvens invisíveis carregadas de elementos radioativos (iodo, césio) são expelidas pela usina nuclear danificada de Fukushima e se deslocam em função da meteorologia e do vento.
Para a população, exposta a uma contaminação por tais dejetos radioativos, o principal perigo é o de desenvolver câncer (leucemia, pulmonar, cólon...) com "um risco proporcional à dose recebida", destacou Patrick Gourmelon, diretor da radioproteção do homem no Instituto francês de Radioproteção e Segurança Nuclear (IRSN).
As distribuições de pastilhas de iodo têm como objetivo combater o câncer de tireoide, principalmente entre a população jovem (bebês, crianças, adolescentes, mulheres grávidas e assim por diante...). A finalidade é saturar a tireoide para evitar que o iodo radioativo se fixe na glândula.
Quanto ao césio 137 inalado, o organismo leva cerca de dois anos para o eliminar, mas ele persiste por décadas no meio ambiente, segundo Gourmelon.
"Atualmente, não há uma medida particular a ser tomada pelos habitantes de Tóquio", informou nesta terça-feira a professora Agnès Buzyn, hematologista do IRSN, desaconselhando o uso prematuro de pastilhas de iodo.
"Há um impacto ambiental e possivelmente na saúde das pessoas que habitam as redondezas da central", estimou a especialista, ainda que, por ora, a zona de evacuação de 20/30 km lhe pareça "suficiente".
"As pessoas que receberam doses fracas correm o risco de desenvolver cânceres (leucemia, pulmonar, cólon, esôfago, mama...), como foi em Hiroshima", notou Gourmelon.
"Estamos falando de doses fracas, abaixo dos 100 milisieverts (mSv)", acrescentou.
As doses de risco são calculadas e expressas em sievert (Sv) para câncer. A exposição máxima à radioativdade artificial admitida para o grande público é de um milisievert (mSv) por ano.
Além dos 100 mSv, o risco de câncer aumenta em 5,5% por sievert adicional, de acordo com a Comissão Internacional de Proteção Radiológica (CIPR), informou o professor Yves-Sébastien Cordoliani, especialista em radioproteção da companhia francesa de radiologia. No entanto, as "taxas" e o caráter homogêneo ou não da irradiação intervêm na avaliação do risco acidental.
"60 anos após as explosões das bombas atômicas no Japão, ainda há um leve excesso de câncer entre a população contaminada", revelou o professor Cordoliani. O pico de casos de leucemia foi registrado sete anos após Hiroshima, informou.
Em caso de um acidente, a irradiação pode atingir vários sieverts em pessoas próximas ao reator.
Quando há uma grande exposição a irradiação, as células da medula óssea, que fabricam os glóbulos vermelhos e brancos e as plaquetas sanguíneas, podem ser destruídas e a pessoa morre. As células do tubo digestivo são também muito sensíveis à radiação, segundo especialistas. Sem tratamento, um nível de 6 Sv de exposição é letal.
As consequências das doses baixas são pouco conhecidas. Elas podem influenciar no desenvolvimento de cataratas, um risco monitorado por profissionais de saúde expostos a radiologia (como cardiologistas, por exemplo).

terça-feira, 15 de março de 2011

Diego Tardelli escreve carta de agradecimento à torcida do Galo


O atacante Diego Tardelli, ex-Atlético-MG, esteve em Belo Horizonte nesta terça-feira para se despedir dos colegas, mas não se esqueceu dos torcedores. Em uma carta à torcida alvinegra, o jogador disse que, em pouco mais de dois anos de clube, vários momentos foram marcantes.
Entre eles, Tardelli destaca a conquista do Campeonato Mineiro de 2009 e os 4 a 3 contra o Cruzeiro, quando ele marcou três gols, pelo estadual deste ano. O jogador ainda se lembrou do pequeno torcedor Arthur, de três anos, que sofre de leucemia e que recebeu uma visita do atacante e do goleiro Renan Ribeiro, em fevereiro. Ao fim da carta, o jogador do Anjhi Makhachkala, da Rússia, não se despediu com um ‘adeus’, mas sim, um ‘até breve.’
Confira os principais trechos da carta de Diego Tardelli.
‘Difícil achar uma palavra para descrever tudo o que aconteceu comigo durante esses dois anos e três meses em que estive no Atlético, mas posso garantir e afirmar que foram de muitas alegrias e sucesso. Sempre me dediquei ao máximo quando entrava em campo, e, quando escutava o grito de ‘TARDELLI GOL’, me transformava em 90 minutos, mesmo nas situações mais difíceis e adversas.
Obrigado pelo amor que me foi dado de cada torcedor atleticano, crianças, homens, mulheres, senhoras e senhoras! Essa torcida me acolheu, acreditou em mim e eu, em troca de tudo isso, só poderia retribuir com a minha entrega e gols, pois esta camisa só se pode vestir assim. Sentirei falta da ‘Massa’ gritando meu nome no Mineirão, que durante muito tempo foi a nossa casa.
Gostaria de agradecer aos jogadores, comissão técnica e aos funcionários do clube: sem vocês eu não teria alcançado esse sucesso. E por incrível que pareça, sentirei falta das concentrações, das viagens, das palhaçadas, daquela resenha no almoço, na janta e no lanche da noite, enfim, foram vários momentos marcantes, como na visita do nosso guerreiro Arthur. A oportunidade de estar no hospital Odilon Behrens com aquelas crianças fantásticas que me fizeram dar mais valor à vida.
Sempre lembrarei dos jogos contra o São Paulo no Mineirão, 2 a 0; 2 a 1 com o Atlético-PR; 3 a 2 contra o Santos, ainda no Mineirão, 4 a 1 no Flamengo ano passado e os 4 a 3 no Cruzeiro (momento marcante na minha vida). E é claro, a final do Campeonato Mineiro (de 2010), onde pude gritar ‘É campeão’.
Gostaria de agradecer todos da imprensa mineira. Mesmo com algumas críticas à minha pessoa, sempre procurei entender e me fortalecer, procurei respeitar todos, assim como sempre me respeitaram.
Agradeço ao professor Émerson Leão, que mais uma vez acreditou em mim e me trouxe para o lugar certo, na hora certa!
Com o Atlético eu realizei vários sonhos: pude ser convocado para a Seleção Brasileira e quase cheguei à Copa do Mundo, ganhei premiações importantes, fui artilheiro do Mineiro e do Brasil.
Obrigado mais uma vez Massa Atleticana!
E por último, queria agradecer ao presidente Alexandre Kalil. Espero não o ter decepcionado, assim como combinamos no primeiro dia em que nos conhecemos e nos reunimos, e quero dizer que minha história aqui está apenas começando.
Desejo muita sorte ao elenco do Galo nesta caminhada. Mesmo de longe estarei torcendo por cada um de vocês, estarei comemorando com cada vitória e cada conquista! Nos encontramos em breve...
Abraços,
Diego Tardelli 9’

Sorriso: começa hoje a campanha de doação de medula óssea

O processo de doação é realizado somente em Cuiabá, por isso é importante à participação da população, pois a campanha acontece apenas nos dias de hoje e amanhã no município de Sorriso  

Começa hoje (15) em Sorriso, a campanha de doação de medula óssea. O ponto de atendimento é no Posto de Saúde da Família (PSF), Ana Néri, que fica localizado não Bairro Industrial. Amanhã (16) a campanha será realizada no Posto de Saúde Bela Vista.
 O objetivo principal da campanha é ajudar um paciente que reside no bairro Nova Aliança em Sorriso, que está em tratamento na capital do Estado e aguarda um doador compatível.
 Os doadores voluntários precisam ter de 18 a 55 anos e que estejam em bom estado de saúde.  O cadastramento dos voluntários ficará registrado no Instituto Nacional do Câncer (INCA).
 A doação da medula óssea consiste na retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções e se recompõe em apenas 15 dias.

Doação
 O processo de doação é realizado somente em Cuiabá, por isso é importante à participação da população, pois a campanha acontece apenas nos dias de hoje e amanhã no município de Sorriso.
 A doação pode ser feita das 7 às 17 horas.
 Mais informações sobre a campanha pelo telefone do Posto de Saúde Ana Néri – (66) 3907-5574 

domingo, 13 de março de 2011

Quartel solidário aberto a dadores

Maria Sousa, de 9 anos, não pôde estar presente. Está internada no Instituto Português de Oncologia (IPO), em Lisboa, com uma leucemia linfoblástica aguda. Mas foi por ela que largas dezenas de pessoas se deslocaram ontem ao quartel da GNR em Portimão, para dar sangue como candidatos a dadores de medula óssea. Uma iniciativa da soldado Sónia Costa, para ajudar todas as crianças que precisem de transplante.
A pequena Maria, que também é diabética insulinodependente, foi o rosto da campanha, até com página no Facebook, intitulada ‘Ajudem a Maria Transplante de Medula’. Mas a ideia solidária de Sónia, de 33 anos, partiu do caso de Ana Filipa Bessa, de 5 anos, filha de um GNR de Monchique, a quem foi diagnosticada uma leucemia, em Dezembro, ao mesmo tempo que Maria. As duas eram colegas de quarto no IPO e "tornaram-se grandes amigas", disse ao CM o pai, Pedro Bessa.

Ana Filipa ainda está a fazer quimioterapia, mas esteve ontem presente na acção de colheita. Sónia começou a fazer a lista de candidatos a dadores pensando em Ana Filipa, mas depois deu à campanha o rosto de Maria. "Mas a colheita é para todos", sublinhou Sónia, acrescentando que "a campanha é para continuar".
O Centro de Histocompatibilidade do Sul só envia equipas para colheitas externas com um mínimo de 150 voluntários inscritos. Sónia conseguiu quase trezentos e 267 compareceram na recolha. Trinta foram recusados por razões médicas, tendo sido feitas 237 colheitas. As que forem boas irão ser incluídas no Registo Português de Dadores de Medula Óssea.

Leucemia: cientistas usam a bioengenharia para criar novo alvo terapêutico


Um estudo conjunto do Centro Infantil de Cancro e Doenças do Sangue, do Instituto de Pesquisa Saban e do Instituto de Pesquisa do Hospital Infantil de Los Angeles, identificou a proteína CD19-L, localizada na superfície de certos glóbulos brancos, que facilita o reconhecimento e destruição das células da leucemia pelo sistema imunitário. Os investigadores acreditam ter feito uma descoberta revolucionária sobre a forma como o organismo luta contra a doença, avança a Fundação Rui Osório de Castro, associação de pais e amigos de crianças com cancro.

O trabalho representa o primeiro relatório de uma versão de bioengenharia da CD19-L, um agente humano recombinante bioterapêutico, que actua directamente sobre as CD19-positivas, as células estaminais da leucemia.
A leucemia linfoblástica aguda (LLA) do tipo B é o tipo de cancro mais comum entre crianças e adolescentes e a taxa de sobrevivência é reduzida.
Os investigadores sublinham que são necessárias novas terapêuticas contra a doença, que sejam efectivas a eliminar as células da leucemia resistentes à quimioterapia, sobretudo em pacientes com LLA, mas que, ao mesmo tempo, mantenham as células saudáveis intactas.

Proteína CD19-L
A nova proteína descoberta, designada por CD19-L, expressa-se na superfície dos linfócitos T e permite uma ligação selectiva ao receptor CD19 na superfície das células da leucemia de linhagem B, um tipo de células estaminais leucémicas responsáveis pela sobrevivência deste tipo de tumor sanguíneo. A proteína CD19-L consegue ligar-se às células da leucemia, promovendo a apoptose (morte celular) das suas células.
A equipa de cientistas criou uma fórmula rica e pura desta proteína e a mesma não se ligou apenas às células da leucemia, como também provocou a sua morte no espaço de 24 horas, mesmo no caso das células que se tinham revelado resistentes a tratamentos de quimioterapia e radioterapia.
Entre as vantagens enumeradas pelos cientistas estão a especificidade da CD19-L que sugere uma eficácia significativa como novo alvo terapêutico. Os investigadores esperam conseguir, numa próxima fase, avaliar o novo agente a fim de prever o seu potencial clínico contra a leucemia e confirmar, em estudos pré-clínicos, que a destruição de células da leucemia pode ser alcançada com doses não tóxicas.

Consumidores aproveitam a festa e fazem cadastro para doação de medula óssea



Milhares de pessoas passaram ontem pela Praça Raposo Tavares, no Centro de Maringá, para aproveitar a festa do Dia do Consumidor. Essa foi a sexta edição do evento, organizado pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio e do Comércio Varejista de Maringá e Região (Sivamar), com o apoio de diversos órgãos e empresas.
Para o presidente do Sivamar, Amauri Donadon Leal, o Dia do Consumidor tornou-se um evento tradicional na cidade e, representa um agradecimento dos comerciantes maringaenses aos consumidores de toda a região.
"É uma homenagem. É como estender um tapete vermelho para aquele que é a razão do comércio", afirmou. Quem passou pela praça ontem, teve a oportunidade de receber orientações sobre os direitos do consumidor, de ter informações preventivas sobre a dengue e saúde bucal, pode realizar exames de diabetes, audição e avaliação do risco de doença cardiovascular.
No local, também foi possível desfrutar de uma massagem e até mesmo cortar o cabelo de graça com os alunos do curso de profissionalização do Senac.
Os profissionais da Agência do Trabalhador receberam protocolos para a emissão da Carteira de Trabalho e prestaram informações sobre o emprego. Os consumidores também foram convidados a colaborar por meio de doação de sangue e do cadastro para a doação de medula óssea.

sexta-feira, 4 de março de 2011

VISTA SUAS ASAS e Invista na campanha

Na compra da camiseta (R$ 35,00) você colabora com a campanha VISTA SUAS ASAS que busca trazer esclarecimentos sobre o transplante de medula óssea, aumentando o cadastro de doadores e as chances de uma vida renascer
.



Você pode adquiri sua camiseta através do email:
vistasuasasas@gmail.com

Mais de 2.500 pessoas atendem ao chamado do Hemopa


O Hemocentro do Pará (Hemopa) encerrou, nesta quinta-feira, 3, a campanha de incentivo à doação de sangue e de medula óssea, desenvolvida com o objetivo de reforçar o estoque e atender a demanda transfusional durante o período do carnaval. Aberta no dia 22 de fevereiro, com o tema "No carnaval deixe a alegria correr em suas veias. Doe Sangue", a campanha obteve a marca de 2.550 comparecimentos voluntários, o que garantirá o atendimento de mais de 10 mil pacientes da rede pública e particular conveniada ao SUS.
A solidariedade dessas pessoas será fundamental para manter o abastecimento do banco de sangue do hemocentro nesse período do ano, quando normalmente a hemorrede enfrenta uma redução de quase 35% das doações. Mas quem tiver interesse em colaborar para o reforço do banco de sangue do estado ainda pode fazer sua doação. A direção do Hemocentro informa que neste sábado, 5, o serviço de coleta estará aberto até às 17h, retornando somente às 12h do dia 9.
Os doadores do período receberam um kit com camiseta, preservativos, material educativo, lanche especial e ainda assistiram a uma apresentação musical e também a uma exibição especial do bloco ‘Sapo Muiraquitã", que levará para o desfile oficial das escolas e samba de Belém, no dia 7, o tema da doação de sangue e medula óssea.
No dia 25, o Hemopa fez o arrastão do "Bloco da Solidariedade", reunindo funcionários, doadores, familiares e a comunidade em geral. No encerramento da programação, a apresentação do bloco "Crias do Curro Velho" fez a alegria dos presentes.
Qualquer pessoa saudável, com idade entre 18 e 65 anos e portando documento de identidade oficial com foto pode doar sangue. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas Aids, Sífilis, Doença da Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher a cada três. Para doar sangue não é preciso estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado.
Para fazer cadastro de doação de medula óssea basta estar bem de saúde e ter entre 18 e 55 anos. O horário de atendimento é o mesmo para coleta de sangue.
Serviço: O Hemopa espera por você na travessa Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados, de 7h30 às 12h30. Maiores informações pelo fone: 08002808118 ou pelo site: www.hemopa.pa.gov.br
Vera Rojas - Ascom/Hemopa

quinta-feira, 3 de março de 2011

Pais de bebés com leucemia apelam por dador de medula


Duarte Guimarães e Joana Martins, de 11 meses e um ano de idade respectivamente, estão internados no serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, onde aguardam por um transplante de medula óssea. Os dois bebés sofrem de leucemia.

Os casos de Duarte e Joana têm sido alvo de grande projecção, numa onda de solidariedade iniciada pelos pais que se difundiu através da Internet e recebeu grande receptividade sobretudo na rede social Facebook, escreve a Fundação Rui Osório de Castro, associação de apoio às crianças com cancro e seus familiares.

Duarte está em tratamento no IPO depois de lhe ter sido diagnosticada, em Dezembro, uma leucemia linfoblástica aguda do tipo B, e a Joana luta pela vida contra uma leucemia mieloblástica aguda diagnosticada nesse mesmo mês.

As duas crianças estão em tratamento no IPO e os seus pais procuram, em cada e-mail e em cada comentário na rede social, a esperança de encontrar um dador compatível, apelando a todos para que se disponibilizem a fazer um rastreio de medula óssea.

A primeira colheita de sangue de dadores de medula óssea, desencadeada pelo grupo do Facebook Amigos da Joana, decorre este sábado, dia 26 de Março, no Infantário Girassol, em Setúbal.
2011-03-03 | 15:28

quarta-feira, 2 de março de 2011

Assistência a pacientes leucêmicos está assegurada, garante Sesau

Uma parceria entre Estado, município de Maceió e Santa Casa de Misericórdia de Maceió volta a garantir a assistência aos pacientes com leucemia pelo Sistema Único de Saúde. A medida foi discutida nesta terça-feira (1º) durante uma reunião entre os gestores estaduais, municipais, representantes da Santa Casa e da Defensoria Pública.
Na reunião ficou determinado, a curto prazo, que o Hemocentro de Alagoas (Hemoal) e o Hemopac e o Banco de Sangue da Santa Casa irão garantir o fornecimento de plaquetas destinadas aos pacientes com leucemia atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), até que o hospital filantrópico instale a máquina de coleta de plaquetas por aférese.
Também ficou definido que a coleta do material dos pacientes será feita pela Santa Casa que enviará ao Hemopac para providenciar o exame de imunofenotipagem (exame de diagnóstico de leucemia graves), que deverá encaminhar ao laboratório competente. E a Santa Casa se comprometeu a firmar num prazo de 30 dias um convênio com laboratório para fazer o exame de imunofenotipagem.
De acordo com diretor de Atenção Especializada da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), João Carlos Araújo, a Sesau não foi notificada sobre a suspensão do tratamento e que o papel do Estado é monitorar o serviço e que a contratualização é realizada entre o Município de Maceió e a Santa Casa. Em Alagoas, a Santa Casa e o Hospital Universitário (HU) são credenciados para o tratamento de pacientes com câncer pelo SUS. “Estamos aqui para discutir o assunto e principalmente garantir o atendimento aos usuários”, disse o diretor.
A diretora do Hemoal, Verônica Guedes, explicou que o órgão recebe uma demanda grande de sangue e que atende 28 unidades de saúde, principalmente do Hospital Geral do Estado (HGE), responsável por 70% da demanda. Ela afirmou ainda que tem fornecido plaquetas por aférese a Santa Casa, mas que mesmo assim não tem sido suficiente.
“Portanto, o Hemoal não tem condições de bancar as plaquetas para todos com leucemia, podendo dar um suporte até que a Santa Casa possa instalar a máquina de aférese”, explicou a diretora.
Segundo o secretário de Saúde de Maceió, Adeilson Loureiro, o Hemopac já possui convênio com o SUS por meio do município e garantiu assistência aos pacientes. “O que não podemos é deixar o paciente morrer por falta de assistência”, afirmou Loureiro.
A reunião, que foi conduzida pelo defensor público Ricardo Melro, contou com a participação dos gestores da Sesau, da Secretaria Municipal de Saúde, da APALA, do Hemoal e da Santa Casa.

Campanha atinge 3,2 mil cadastros em banco de doação de medula óssea

Em parceria com o Hemosul, a Universidade Anhanguera-Uniderp realizou no período de 22 ao dia 24 de fevereiro, a campanha para o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea. A iniciativa esteve entre as ações desenvolvidas pela Universidade para a recepção dos novos acadêmicos e contou com apoio da Fundação Manoel de Barros, Diretório Central dos Acadêmicos (DCE) e Centros Acadêmicos (CAs) dos cursos.

Acadêmicos, professores e funcionários participaram da ação superando a meta inicial da Universidade, que era de 2,9 mil doadores cadastrados. No total, 3.222 pessoas colaboraram com a campanha que envolveu a comunidade acadêmica das unidades Matriz e de Ciências Agrárias.

De acordo com o pró-reitor de Extensão da Anhanguera-Uniderp, professor Ivo Busato, esta é a melhor forma de recepcionar os calouros da instituição. “Realizamos uma parceria coletiva com todo corpo acadêmico, envolvendo-os no desejo de boas vindas aos nossos alunos”, disse o pró-reitor.

“Além de reforçar a consciência de responsabilidade social, conseguimos proporcionar ao cadastro do banco de doadores de medula certa longevidade, pois grande parte dos cadastrados é muito jovem (média de 20 anos) aumentando a validade desse banco por mais de 50 anos”, completou Busato.

Durante a campanha realizada dentro da Universidade, os doadores voluntários de medula óssea preencheram um formulário com dados pessoais e foi coletada uma amostra de sangue para testes. Conforme informações do portal do Instituto Nacional do Câncer, os testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

O que é medula óssea? É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.

As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.

Sucesso TOTAL

Sucesso TOTAL
19 de Abril - Hemocentro Marília