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terça-feira, 14 de julho de 2015

"PR-104" Novo medicamento para leucemia aguda infantil


Cientistas australianos descobriram um novo fármaco que abre a porta ao tratamento de um tipo de leucemia muito agressivo que se manifesta nas crianças, informaram hoje fontes acadêmicas.

Este medicamento, batizado de 'PR-104', foi eficaz contra a leucemia linfoblástica aguda T, ou T-LLA, nos testes realizados em laboratório, segundo um comunicado da Universidade de Nova Gales do Sul.


A leucemia linfoblástica aguda é o cancro mais comum em crianças, sendo que 15% dos casos são do subtipo mais agressivo, conhecido como T-LLA, aquele que menos responde aos tratamentos e tende a causar recaídas.
Richard Lock e Donya Moradi Manesh, investigadores do Instituto do Cancro Infantil, da Universidade de Nova Gales do Sul, têm liderado os testes com o 'PR-104', depois de já terem sido testados cerca de 70 fármacos nos últimos dez anos.
"Acreditamos que o 'PR-104' pode ser eficaz para os pacientes que inicialmente beneficiaram de tratamentos convencionais contra a T-LLA e que posteriormente sofreram recaídas", comentou Lock.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/419036/descoberto-farmaco-contra-a-leucemia-linfoblastica-aguda

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Células-tronco podem curar leucemia

Transplante de células estaminais pode ser promissor contra leucemia



Um estudo clínico conduzido com pacientes com uma forma agressiva de leucemia linfocítica crónica (LLC) mostra que o transplante de células estaminais pode ser uma opção terapêutica promissora, noticia o site Ciência Diária.

Quase 50% das pessoas submetidas ao tratamento, recebendo células estaminais de doadores saudáveis (transplante alogénico), foram curadas. Os factores genéticos, prognósticos e o curso da doença não influenciaram os resultados. Um artigo sobre o trabalho foi publicado na revista online Blood.

A leucemia linfocítica crónica é a forma mais frequente de leucemia em países ocidentais. Em muitos casos, tem curso benigno. Contudo, alguns pacientes não respondem ao tratamento com quimioterapia ou anticorpos – constituindo um grupo de alto risco que pode morrer após alguns anos depois do diagnóstico. Em certas pessoas, esta evolução desfavorável pode ser prevista pela constatação de mutações cromossómicas em células leucémicas (deleção 17p).

O estudo envolveu investigadores de 16 centros de tratamento na Alemanha e 90 pacientes de alto risco, que antes receberam uma dose reduzida de quimioterapia (induzindo uma tolerância maior às células transplantadas).

Foram realizados testes para detectar células leucémicas remanescentes após o transplante, que mostraram que cerca de metade das pessoas não tinha células restantes da leucemia a longo prazo. Os perfis de doadores e transplantados não tiveram influência nos resultados positivos.

“O nosso estudo é o maior até agora para esta população de pacientes, e demonstrou que o transplante alogénico de células estaminais é uma opção terapêutica promissora para a LLC de alto risco, com potencial de cura para este tipo de leucemia antes incurável”, diz Peter Dreger, chefe de investigação e da divisão de transplantes de células estaminais no Hospital Universitário Heidelberg.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Morre Minuca, ex-zagueiro do Palmeiras

Defensor na época da Academia de Futebol foi vítima de leucemia

O ex-zagueiro Hermínio de Oliveira Filho, o Minuca, que defendeu o Palmeiras entre 1965 e 1972, morreu aos 66 anos, vítima de leucemia, em São Paulo. Pelo Alviverde, ele disputou 194 jogos, conquistando o Torneio Roberto Gomes Pedrosa em 1967 e 1969, a Taça Brasil de 1967, o Campeonato Paulista de 1966 e o Ramon Carranza, em 1969.

Minuca deixou quatro filhos e oito netos. O enterro será nesta sexta-feira, no cemitério Chora Menino, em São Paulo.

GLOBOESPORTE.COM
São Paulo

Arzerra® recebe aprovação na UE para tratar leucemia

A Agência Europeia do Medicamento (EMA) deu o seu aval para a utilização do Arzerra®, da GlaxoSmithKline (GSK) e da Genmab, como tratamento para a leucemia linfocítica crónica refractária (LLC), avança o site PharmaTimes.

O Arzerra® (ofatumumab) foi aprovado pela FDA (Food & Drug Administration) em Outubro do ano passado.

Esta semana as companhias confirmaram que o fármaco recebeu uma autorização condicional de comercialização na Europa para a LLC, mas apenas para os 25% de pacientes que não respondem à terapia padrão com o Campath® (alemtuzumab), da Genzyme, ou o quimioterápico fludarabina.

Sob as condições associadas a este tipo de autorização, a GSK será obrigada a apresentar novos dados sobre o Arzerra® à EMA.

O fármaco é um anticorpo monoclonal que activa o próprio sistema imunológico para lutar contra as células normais e cancerosas.

Quase todos os pacientes com leucemia linfocítica crónica têm uma recaída e, por isso, continua a ser uma doença incurável, observou a GSK.

Os doentes com formas refractárias da doença têm opções terapêuticas limitadas e resultados pobres. E o prognóstico para os pacientes que não podem tomar fludarabina e alemtuzumab é muito pobre, com uma sobrevida mediana de oito meses.

"Porque a LLC é uma doença que continua a voltar cada vez que é tratada, prolongar a vida dos pacientes significa encontrar novos tratamentos que funcionem quando os outros falharam. O ofatumumab faz exactamente isso, e é isso que o torna tão importante para os pacientes com LLC", disse o professor de hematologia Andrew Pettitt, do Liverpool Cancer Research UK Center.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Cientistas descobrem como desarmar proteína do cancro



Uma equipa de cientistas americanos anunciou, nesta quinta-feira, uma descoberta promissora no combate à leucemia e outros tipos de cancro, ao desarmarem uma proteína que causa a leucemia e outros tipos de cancro, avança o site noticioso da Globo, o G1.

A descoberta, do Instituto de Cancro Dana-Farber, em Massachusetts, EUA, publicada na revista Nature, pode significar uma esperança para novos tratamentos da doença.
A proteína Notch tem como função estimular ou inibir o desenvolvimento das células e pode interfir no crescimento de tumores. Em laboratório, os cientistas fizeram cópias de parte dela e bloquearam a sua função reprodutora. De seguida, injectaram o material de volta no sangue de ratinhos com leucemia e as células cancerosas pararam de se multiplicar.
Os testes em humanos devem ser realizados em dois anos. Os investigadores adiantam que a técnica deve funcionar também no controlo do cancro do pulmão, ovário, pâncreas e intestino.
Os cientistas afirmam que vão tentar fazer o mesmo processo com mais proteínas que ajudam as células a disseminar e, com isso, atacar outras doenças.
E concluem que esta descoberta é mais um passo para os laboratórios que procuram desenvolver medicamentos capazes de combater o cancro.
2009-11-13 | 10:26

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Tratamento de doentes com LMC apresenta melhorias



Iniciativa EUTOS acompanha a doença em toda a Europa

A capacidade dos clínicos monitorizarem e gerirem a Leucemia Mielóide Crónica (LMC) melhorou nos últimos dois anos, de acordo com novos dados apresentados recentemente em Barcelona, e na sequência da aplicação do European Treatment and Outcome Study (EUTOS).
Resultado de uma colaboração entre a European Leukemia Net (ELN) e a Novartis Oncology, o EUTOS - iniciativa única que teve início em 2007 - tem como objectivo melhorar a análise, o tratamento e o acompanhamento da LMC em toda a Europa.


O EUTOS para a LMC engloba quatro projectos-chave: o registo de doentes para controlar e melhorar a compreensão da incidência e o tratamento da doença, a monitorização molecular padronizada para avaliar o estado da doença, a realização de exames de sangue para optimizar a resposta ao tratamento e a partilha de conhecimentos clínicos para desenvolver campanhas educativas.

Rüdiger Hehlmann, da Universidade de Heidelberg, Alemanha e Chairman da European LeukemiaNet, referiu:
“Estamos encantados que, apenas dois anos após a sua introdução, o impacto da iniciativa EUTOS para a LMC esteja a ser visto e sentido em toda a Europa na padronização e melhoria da prática clínica. Os médicos são capazes de monitorizar a doença de forma mais eficaz e optimizar o tratamento”.

Hehlmann considera ainda que com este programa,
“os doentes de toda a Europa têm a garantia de que há monitorização e análise comparável para ajudar a melhorar a gestão da doença, independentemente do local onde vivam ou viajem”.

O registo do doente fornece uma fonte de informação única, em termos reais, sobre tratamento e resultados em LMC, referências de seguimento, dados sobre o tratamento e resultados obtidos por doentes de toda a Europa.
A resposta molecular ao tratamento é uma das metodologias mais sensíveis e tem sido desenvolvida para correlacionar as respostas citogénicas: medição do número de células com cromossoma Filadélfia positivo (responsáveis pela LMC na corrente sanguínea) e sobrevivência de progressão livre.

"Ao padronizar os resultados dos testes na Escala Internacional em todos os países, podemos assegurar que os resultados gerados são comparáveis e, portanto, significativos”, declarou Michele Baccarani, da Universidade de Bolonha, Itália, um dos principais investigadores.
"Há uns anos atrás, alguns doentes com LMC teriam sido incapazes de viajar por causa de uma falta de consistência nos testes de laboratório, mas agora que essas ocorrências estão a ser erradicadas, os pacientes são mais capazes de viajar livremente, sabendo que o seu progresso pode ser monitorizado de uma forma padronizada onde quer que estejam na Europa".

Além disso,
"os resultados de cada doente podem ser comparados com os resultados dos principais resultados clínicos da Europa, para assegurar que recebem o melhor do conhecimento clínico”.

Exames de sangue

A expansão e a validação de testes ao nível de imatinib no sangue são um elemento-chave do programa EUTOS para a LMC na ajuda à optimização da resposta ao tratamento. O teste, que tem lugar numa instalação central em Bordéus, ou em qualquer um dos 28 laboratórios já estabelecidos na Europa, é útil na detecção de factores que podem contribuir para a resposta dos doentes e é isento de custos (quer para os doentes, quer para os prestadores de cuidados de saúde).

ma crescente base de dados de medição de níveis sanguíneos do EUTOS para a LMC, pode fornecer provas que sustentem a incorporação de testes ao nível sanguíneo de imatinib, como parte da prática padronizada de gestão da LMC. A realização de testes regulares aos níveis sanguíneos é uma forma simples e eficaz de avaliar o tratamento do doente, podendo ajudar a melhorar os resultados.

"O programa EUTOS para a LMC tem registado avanços significativos nos poucos anos em que foi executado, oferecendo vantagens consideráveis na gestão e tratamento da LMC", referiu Guido Guidi, responsável da Novartis Oncology, Região Europa. A Novartis está comprometida com esta parceria única com a European LeukemiaNet, que “oferece uma abordagem de colaboração para melhorar a assistência ao doente, e antecipa a análise dos dados finais do programa”, concluiu.

Gloria Perez é madrinha de campanha da Abrale


A campanha Linfoma é Câncer. Informação é Vida quer melhorar o atendimento aos pacientes com Linfoma na rede pública. De acordo com o INCA, somente neste ano, o Brasil terá quase 12 mil casos novos.

A campanha Linfoma é Câncer. Informação é Vida, desenvolvida pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE), conta com o apoio da escritora de novelas Gloria Perez. O desafio da iniciativa é conseguir o maior número possível de adesões ao Manifesto pelo Direito de Acesso ao Melhor Tratamento, que será entregue ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Os especialistas brasileiros consideram que a incidência do linfoma no País cresceu nas últimas duas décadas, de 4 a 5% ao ano. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2009, deverão ser registrados 11.970 casos da doença.

Em abril deste ano, a autora descobriu a existência de um linfoma após passar por uma cirurgia da tireoide. A biopsia identificou um linfoma, que foi totalmente retirado na operação. Além disso, Gloria passou por um tratamento, que incluiu seis sessões de quimioterapia. A escritora também abordou a doença na novela Caminho das Índias. "Eu sou uma paciente que tive o diagnóstico precoce e acesso ao tratamento adequado. É importante que as pessoas saibam o que é este tipo de câncer e também busquem os exames e tratamentos adequados", afirma Glória.

Atualmente, o tratamento que oferece a maior chance de cura para os pacientes com alguns tipos de linfoma é a combinação de quimioterapia associada a anticorpos monoclonais. Mas essa alternativa não está disponível aos pacientes da rede pública.
O manifesto pede também, à Agência Nacional de Saúde (ANS), a atualização da cobertura mínima obrigatória de procedimentos para tratamento de doenças onco-hematológicas, que serve de referência para os atendimentos dos planos privados de saúde. Entre as mudanças solicitadas estão as inclusões do exame Pet Scan oncológico (tomografia por emissão de pósitrons) e do transplante de medula óssea alogênico (feito a partir de células de doadores).
Além disso, entre os pedidos do Manifesto estão o crescimento no número de leitos hospitalares para Transplante de Medula Óssea, de maneira que não seja mais necessário ao paciente aguardar quando já tiver um doador compatível identificado e a atualização da verba repassada pelo Governo aos hospitais para realização de procedimentos complexos (APAC), muito defasada em relação ao custo que representam ao centro de tratamento.
O Manifesto pelo Direito de Acesso ao Melhor Tratamento pode ser acessado pelo site (www.linfoma.org.br).
Mobilização
A iniciativa conta ainda com duas mobilizações no vão livre do MASP, em São Paulo, e no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, nos próximos dias 28 e no dia 30 de outubro, respectivamente, para aumentar a adesão ao Manifesto pelo Direito de Acesso ao Melhor Tratamento. Durante as ações, serão disponibilizadas informações completas sobre a doença, os sintomas, o diagnóstico e os tratamentos disponíveis. O artista plástico Romero Britto participará da iniciativa cedendo um trabalho que será estampado no símbolo da campanha - duas mãos de 4 metros cada uma -, que estarão expostas no local. Além disso, serão realizadas ações especiais em universidades de Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, e Salvador.
ABRALE
A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia é uma Organização Não-Governamental (ONG), sem fins lucrativos. Sua missão é divulgar informações e oferecer suporte a pacientes com doenças onco-hematológicas (linfoma, leucemia, mieloma múltiplo e mielodisplasia), mobilizando parceiros para que o melhor tratamento esteja disponível no Brasil. A associação oferece atendimentos psicológico e jurídico, além de programas educacionais gratuitamente e orientação para que o paciente navegue pelo sistema público de saúde. Informações podem ser obtidas no site www.abrale.org.br ou pelo telefone 0800 773 99 73. (saude@ketchum.com.br )

Células da leucemia podem esconder-se no tecido gordo


As células da leucemia conseguem esconder-se no tecido gordo e evitar a quimioterapia, o que explica porque razão as crianças obesas diagnosticadas com este cancro têm maior probabilidade de desenvolver resistências a este tratamento e correm um risco superior de sofrer recaídas, avança o site Tribuna Médica press.
Os investigadores do Departamento de Endocrinologia do Hospital Pediátrico de Los Angeles analisaram roedores diagnosticados com leucemia e verificaram que os que sofriam de obesidade registavam um índice superior de reincidência após quimioterapia.
Nestes animais, os cientistas descobriram que as células da leucemia estavam escondidas nos tecidos gordos durante o tratamento. Testes realizados em amostras de tecido revelaram ainda que os medicamentos usados contra a leucemia são menos eficazes quando existem células gordas na proximidade.
Especialistas adiantam que este estudo fornece provas que sustentam a teoria de que a obesidade está associada a um prognóstico menos positivo.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mais de 40 peças únicas em leilão contra a leucemia

A Associação Portuguesa contra a Leucemia está a leiloar 44 obras de artistas nacionais e internacionais. O objectivo é angariar fundos para ajudar doentes com este tipo de cancro. As licitações 'online' terminam hoje, dia em que se realiza um concerto solidário no Pavilhão Atlântico, em Lisboa
O que têm em comum uma guitarra do Sting, as chuteiras de Cristiano Ronaldo e um disco de ouro de Mariza? Estão todos a ser leiloados online a favor da Associação Portuguesa contra a Leucemia (APCL), que ajuda os doentes com este tipo de cancro, que todos os anos afecta mil pessoas em Portugal. As licitações terminam hoje, dia em que se realiza um concerto solidário.
Ao todo, são 44 obras, que estão expostas no espaço BES, em Lisboa, e podem ser vistas e licitadas na página www.solidariosateamedula.sapo.pt. Todas as peças foram oferecidas pelos artistas, que definiram também a base de licitação. Esta é a primeira vez que a APCL realiza um leilão de angariação de fundos. "A ideia partiu da oferta do Sting, que por não poder vir ao concerto decidiu doar a guitarra", conta um dos fundadores da associação e deputado do PSD, Duarte Lima.
Entre os objectos encontram-se ainda discos de platina e ouro de músicos como Luís Represas ou Camané. Uma camisola de Luís Figo e ainda várias pinturas, esculturas e serigrafias de artistas nacionais. A peça mais cara é, até ao momento, uma garrafa de champanhe de Rui Veloso que vale 15 mil euros. Enquanto a escultura de Francisco Simões custa oito mil . A peça mais barata é um quadro da Associação Viver a Ciência por 80 euros.
À semelhança do que acontece com as receitas do concerto, que já vai na quarta edição, o valor arrecadado pela venda das obras será direccionado para as actividades da APCL.
"Temos três objectivos: financiamos o registo nacional de dadores de medula óssea, apoiamos a investigação científica e damos apoio aos doentes carenciados", explica Duarte Lima.
No ano passado, a APCL contribuiu com 300 mil euros para o registo português de dadores de medula óssea, deu 250 mil euros para um projecto de investigação e gastou outros 46 mil euros no apoio directo a doentes com dificuldades económicas. "Nunca recusámos um pedido de apoio que nos fosse feito", sublinha Duarte Lima, que sobreviveu à doença após ter recebido um transplante. Em 2002, ajudou a fazer nascer a associação.

Aprovada em 1ª discussão Semana de Mobilização para Doação de Medula Óssea

Os deputados aprovaram em primeira discussão na sessão desta manhã projeto de lei do deputado estadual Marcio Fernandes (PSDB), vice-líder do governo, que institui a Semana de Mobilização Estadual para Doação de Medula Óssea. O projeto prevê atividades de esclarecimento e incentivo à doação de medula óssea e captação de doadores. As ações seriam realizadas entre os dias 3 e 10 de junho de cada ano.

Por ocasião da apresentação do projeto, Marcio Fernandes disse que o objetivo é fazer com que deem a importância devida à causa. “O projeto é importante para salvar vidas humanas, visto que a cada 100 mil doadores um é compatível”, completou. O parlamentar se referiu à probabilidade de encontrar uma medula compatível no registro brasileiro, em média uma para cada 100 mil.

O transplante de medula óssea é indicado para pacientes que sofrem de leucemia, linfomas, anemias graves e imunodeficiências congênitas, além de outras 70 doenças relacionadas aos sistemas sanguíneo e imunológico.

Doação

Para se cadastrar como candidato à doação de medula óssea, segundo informações contidas no site do Instituto Nacional do Câncer (Inca), é preciso ter entre 18 e 55 anos, boa saúde e não apresentar doenças infecciosas ou hematológicas.

Os dados pessoais e os resultados dos testes serão cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). A doação não é imediata, depois de coleta de amostra de sangue e análise o voluntário só será chamado a doar quando surgir um paciente compatível.

Em Mato Grosso do Sul, os órgãos que realizam o exame e cadastro de doadores voluntários de medula óssea são: Central Estadual de Transplantes, Hemosul, Santa Casa de Campo Grande, Hospital Regional e Hospital Universitário, além dos Hemocentros de Dourados e Ponta Porã.

Mato Grosso do Sul, Terça-Feira, 30 de Junho de 2009

Sucesso TOTAL

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19 de Abril - Hemocentro Marília