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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Doadores de medula óssea são isentos de taxa de concursos

Lei acaba de entrar em vigor e vale para todos editais públicos

A partir de agora, doadores de medula óssea estão isentos do pagamento de taxas cobradas em concursos públicos. Todos os editais referentes à administração pública, seja na esfera municipal, estadual ou federal, deverão seguir a medida.
Para requerer a isenção, os doadores devem estar cadastrados em órgãos reconhecidos pelo Ministério da Saúde. Além disso, precisam portar um documento comprovando a condição de doador.


INCA É CONTRA A NOVA LEI
Em nota de esclarecimento, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), se posicionou contra o incentivo.
– O cadastro no REDOME é, por definição, um ato voluntário. Conforme recomendações nacionais e internacionais de diversas organizações relacionadas à atividade, este não pode estar vinculado a nenhum tipo de vantagem ou recompensa – disse o comunicado.
Eles também argumentaram que é preciso comprometimento por parte do doador, e que o sucesso do programa não se baseia somente em números de doadores.
– Por este motivo, o REDOME não apóia a isenção da taxa de inscrição em concurso público como um incentivo ao cadastro da doação de medula óssea. A inclusão de novos doadores representa um aspecto estratégico no que se refere à manutenção e expansão do registro brasileiro, e deverá seguir preceitos técnicos a fim de garantir o sucesso de uma atividade que é parte fundamental da política pública de transplantes de órgãos e tecidos – declarou o Inca.
Fonte: https://goo.gl/KovqU2

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A IMPORTÂNCIA DE DOAR MEDULA ÓSSEA


Sexta-feira (06/10) é considerado o Dia Nacional do Doador de Medula Óssea.O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais da medula óssea.
O procedimento é indicado para tratamento de leucemias, linfomas, anemia plástica (quando a medula óssea deixa de produzir a quantidade adequada de sangue), anemias graves, imunodeficiências e muitas outras doenças.
A hematologista do Centro Capixaba de Oncologia (Cecon), Melissa Bozzi, destacou a importância do transplante e as dificuldades.“Uma das principais barreiras na realização do procedimento, que pode salvar muitas vidas, é a dificuldade na busca por doadores compatíveis. Estima-se que a chance de encontrar um doador compatível (não aparentado) seja de 1 para cada 100 mil pessoas”, disse.
O transplante de medula óssea pode ser autólogo, que consiste em transplantar células-tronco do próprio paciente em seu corpo, ou alogênico, quando o paciente recebe células de um doador. Quando uma pessoa necessita de transplante, a primeira opção é buscar um doador compatível na família. Nesses casos, as chances de compatibilidade são de aproximadamente 25%.
Para ser doador, é preciso ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado de saúde, não ter doenças infecciosas, câncer e nenhuma patologia do sistema imunológico.

Fonte: ESHOJE

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Celulas Designer? Já ouviu falar?


A chamada Design immune cells são células provenientes de um doador que foram alteradas e especializadas para caçar e eliminar estruturas cancerosas resistentes a medicamentos.





Desenvolvida por médicos do Great Ormond Street Hospital (Gosh) e por pesquisadores da University College London (UCL), a terapia tem potencial para tratar o câncer.

As medicações convencionais muitas vezes não são capazes de alcançar as células doentes, que se esquivam das drogas e do sistema imunológico. Utilizando a terapia de edição genética, é possível reprogramar as células de defesa para fazê-las encontrar e aniquilar tumores.

No entanto, a abordagem pode não funcionar em pacientes submetidos a muitas sessões de quimioterapia por não terem células suficientemente saudáveis para a manipulação genética. Sendo assim, torna-se necessário o uso de células de doadores compatíveis.



TRATAMENTO REVOLUCIONARIO

A menina Layla Richards, de apenas um ano, passou por quimioterapia e transplante de medula para tratar um tipo de leucemia agressivo e classificado como incurável. Sem obter sucesso, os pais de Layla autorizaram que a filha se submetesse a um tratamento experimental que, até então, só havia sido testado em camundongos.




Depois de modificadas, as células foram então injetadas em Layla, que também precisou passar por um segundo transplante de medula para restaurar seu sistema imunológico. Após o procedimento, a saúde da menina melhorou rapidamente. Layla não apenas está viva como não tem traços de leucemia em seu corpo.


Fonte: GOSH

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Chance de achar doador compatível de medula óssea é 1 em cada 100 mil



Doar medula óssea é muito simples e pode ajudar a salvar uma vida. Apesar da facilidade de doação e cadastro, as chances de encontrar doador compatível ainda é pequena. Por isso, a importância de aumentar as doações.
O Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) completa nesta terça-feira (25), 500 transplantes de medula óssea. O paciente número 500 é um menino de cinco anos de idade, que vai fazer o transplante nesta terça em São Paulo.
Achar um doador de medula óssea compatível é difícil. Um em cada cem mil. Por isso, quanto mais pessoas se colocarem à disposição, mais fácil fica e fazer isso é tranquilo. A pessoa vai a um hemocentro para se cadastrar. O pessoal coleta o seu sangue, e se em algum momento for preciso, chama a pessoa para doar a medula. É muito importante manter o cadastro sempre atualizado.
“O cadastro é mundial, mas é muito importante que cada pais tenha em seu cadastro um numero cada vez maior de candidatos por questões hereditárias genéticas regionais. No Brasil temos uma miscigenação muito grande negros amarelos e brancos. Isso faz com que a característica genética da nossa população seja diferente da população mundial”, explica Carlei Heckert Godinho, coordenadora do Banco de Sangue do Hospital Geral de Guarulhos.
O Carlos Daniel Ferreira tem só cinco anos e fará o transplante nesta terça-feira. Quando tinha três, os pais descobriram que ele estava com leucemia.
O Carlos Daniel vai conseguir fazer um transplante de medula óssea graças a um doador que veio de Barcelona, na Espanha. No caso dele, a doação veio de um banco de cordão umbilical, que é mais usado em crianças.
“A busca foi feita pelo Redome e Rereme, nacional e internacional. Como ele é criança pequena foi encontrado um cordão compatível com uma célula de boa, e que é o que vai dar melhor chance de cura e melhor qualidade de vida para ele a longo prazo”, explica o médico Victor Zecchin, coordenador de transplante de medula óssea do GRAAC.
Daqui a mais ou menos um mês, vai ser possível saber se o transplante do Carlos Daniel deu certo e se tudo correr bem, vai ser o melhor presente de aniversário que ele poderia ganhar. O Carlinhos faz seis anos no dia 7 de setembro.
“Uma vida diferente se Deus quiser vai ser tudo normal. Poder ver ele brincar, a maioria do tempo passa no hospital. Mais do que ele já é”, fala a mãe de Carlos, Rayanne Ferreira.
Fonte Jornal Hoje

Campanha para doação de medula óssea têm apoio de artistas no ES


Artistas e lutadores participaram da campanha que tomou as redes socias em apoio ao capixaba Homero de Castro que espera por um transplante de medula óssea na Serra, região da Grande Vitória, no Espírito Santo.

Homero de Castro têm 34 anos, é analista de sistemas e luta contra o câncer de medula óssea. Segundo o irmão dele, Marcelo de Castro, o analista tem um tipo de câncer raro. Ele ainda não encontrou um doador.

"O ideal é achar alguém 100% compatível", contou Marcelo que fez o teste, mas apresentou 80% de compatibilidade com o irmão, o que significa um risco de rejeição muito grande.

Para incentivar o cadastro, cantores como Tuca Fernandes e  Michel Teló e atletas como Anderson Varejão, Popó e Erick Silva enviaram vídeos com a #TamoJuntoHomero.

"Queria pedir para a galera fazer o cadastro no banco de medula. Eu já fiz o meu, faça o seu também", disse o sertanejo Michel Teló em vídeo. O lutador capixaba Érick Silva reforçou o pedido: "A gente precisa ajudar realmente quem tá precisando".

No Espírito Santo são 10 mil doadores cadastrados, mas esse número ainda é pequeno. Quanto maior o número de pessoas registradas no cadastro, maiores são as chances de se encontrar alguém compatível com os pacientes.

O próprio Homero gravou um vídeo no hospital, chamando as pessoas para se registrarem no Cadastro Nacional de Medula Óssea. "Façam o cadastro. A minha vida e a de muitas pessoas dependem de vocês", destacou o paciente.

Os interessados em serem doadores devem procurar o hemocentro mais próximo. No estado são cinco pontos de cadastro: São Mateus, Linhares, Cachoeiro de Itapemirim, Serra e Vitória. O doador preenche um cadastro e é recolhida uma amostra de sangue.

As amostras são enviadas para análise e ficam registradas em um banco nacional de doadores. "A identidade genética de quem está precisando e quem está doando vai se comunicar e dizer se é ou não compatível", explica Rosemary Erlacher, Coordenadora da Central de Transplantes.

A coordenadora ainda conta que os transplantes não são feitos no Espírito Santo, é necessário realizar o procedimento em outros estados da federação.

"Se o paciente não puder ir por meios próprios ele pode procurar as superintendências regionais e dar entrada em um requerimento solicitando que o estado arque com suas despesas de passagem e estadia neste local onde ele está fazendo o tratamento", explica Rosemary.

Márcio Pereira é doador de medula, e destaca a importância de ajudar o próximo: "Temos que fazer o bem, sem olhar a quem".

Para o pessoal do ES seguem alguns pontos de cadastro!

Cadastro pode ser realizado em unidades do Hemoes
O cadastro de doador de medula óssea pode ser realizado por qualquer pessoa entre 18 e 55 anos que esteja com boa saúde. O cadastro pode ser feito em qualquer unidade do Hemoes.

Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes)
Tel. 3636-7900/7920/7921- Avenida Marechal Campos, 1.468, Maruípe, Vitória. Funciona de segunda-feira a sábado, das 07 às 17h30.

Unidade de Coleta a Distância da Serra
Tel. 3338-7880/3338-7373. Avenida Eudes Scherrer Souza, s/n (anexo ao Hospital Estadual Dório Silva). Funciona de segunda-feira a sexta-feira das 7 às 12h30.

Hemocentro de Linhares
Tel. (27) 3171-4361/4363/4362 - Avenida João Felipe Calmon, 1.305, Centro (ao lado do Hospital Rio Doce). Funciona de segunda a sexta-feira, das 07 às 12h30.

Hemocentro Regional de Colatina
Tel. (27) 3177-7930 - Rua Cassiano Castelo, s/n, Centro. Funciona de segunda a sexta-feira, das 07 às 12h30.

Hemocentro Regional de São Mateus
Tel. (27) 3767-4135 - Rodovia Otovarino Duarte Santos, Km 02, Parque Washington. Funciona de segunda a sexta-feira, das 07 às 12h30.

Paciente de 21 anos com leucemia faz apelo por mais doadores


Em meio ao tratamento de quimioterapia para curar a leucemia, a jovem Perla Beatriz Rivas, de 21 anos, ainda não sabe se vai precisar de um transplante de medula óssea para curar o câncer que surgiu há um ano, mas conhece a importância da doação e entende que o gesto salva vidas. “Quando eu me curar, vou ser doadora de medula, de órgãos, de tudo”, garante.
O apelo de Perla é necessário por causa da complexidade da doença. Quando um paciente que tem leucemia não consegue a cura com quimioterapia e radioterapia, o transplante de medula óssea se torna necessário. E quando não existe um doador aparentado (um irmão, pais ou parentes próximos), o jeito é procurar doador compatível no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
Segundo a coordenadora de transplantes de Mato Grosso do Sul, Claire Miozzo, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), “o processo do transplante consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de medula saudável”.
Cerca de 1,5 mil brasileiros aguardam na fila para fazer esse procedimento, uma vez que a espera para o transplante é nacional. Conforme o Redome, 70 centros para transplantes de medula óssea estão espalhados em todo o País. Apesar de nenhum deles estar instalado em Mato Grosso do Sul, o cadastro de doadores nas cidades aqui do Estado é importante para aumentar a lista de aproximadamente 130 mil possíveis doadores em todo o Brasil.
“Nós não realizamos transplante de medula óssea no nosso Estado, portanto os pacientes que precisam desse procedimento vão para outros estados por meio do Tratamento Fora do Domicílio. As despesas são pagas pelo SUS. Se o doador for de Mato Grosso do Sul, ele vai até onde estiver o receptor, também com tudo pago pelo SUS”, explica Claire.
Para se cadastrar como doador de medula óssea e ajudar pacientes com leucemia é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade de ter boa saúde. A pessoa deve procurar o hemocentro (em Campo Grande o Hemosul fica na Avenida Fernando Côrrea da Costa, 1304) para passar por uma entrevista e a coleta de uma amostra de sangue (10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Depois disso, os dados do doador são inseridos no cadastro do Redome e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada.
Perla, que conhece outros pacientes com leucemia, tem o discurso pronto. “Temos que ajudar o próximo e nos conscientizar mais. Todo mundo passa por dificuldades e a gente nunca sabe o dia de amanhã. Eu mesma nunca pensei em ter leucemia e passar pelos problemas que passei”, disse ela, que era doadora de sangue antes de descobrir a doença.
A jovem, que trabalhava e estudava Engenharia Civil, teve os sonhos adiados para seguir o tratamento. Mas a crença na cura a fez alimentar um novo sonho, o de ajudar novas pessoas.
(fonte: idest.com.br) 

Sucesso TOTAL

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19 de Abril - Hemocentro Marília